setembro 30, 2004

Rumo de equilíbrio

O caminho que escolhemos percorrer durante a nossa vida oferece-nos uma tempestade de emoções que não raramente são antagónicas: tristeza/alegria, raiva/calma, medo/coragem, ódio/amor...
Será que é isto que nos faz ser humanos? Sentir de uma forma incontrolada estas antíteses emocionais? Não seria mais fácil existir um equilíbrio? Um ponto intermédio onde os sentimentos não moldassem o nosso espírito?
E nesse instante seríamos livres...
John Doe
Para ti também, Sérgio, obrigada por tudo...
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Deserto de Atacama, andredib

setembro 28, 2004

Cor

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Silesian Songs, Marcin Gorski

setembro 19, 2004

Novamente em declínio

Joana

“Eu costumo pensar que a minha vida é como um poço... quando estou feliz subo uns degraus, e quando estou triste desço e... eu acredito que quando eu encontrar a minha felicidade com Deus ... é aí que eu saio p'ra fora do poço! (...)”
Poço? Quem sabe, a pior comparação que possas fazer! É vulgar senti-lo, penso, principalmente quando desces esses “degraus”.
Não sei se ao tentarmos comparar antes com a parte terrena e superior desse tal poço seja mais fácil e, possivelmente melhor, se ao metaforizar tudo isto se deixasse mesmo a totalidade do poço como a vida.
E aí sim pudessemos dizer que quando a nossa disposição é oposta à felicidade chegássemos perto do poço e, ao estarmos bem, esse pequeno ou grande abismo estivesse longe.
Só te disse isto por já ter sentido que não conseguia sequer descer mais; mas também ter sentido que é possível saber evitar a descida desses degraus.
haaliah

setembro 18, 2004

Riscos

Risco uma folha de papel como que a expor algo que nem sei o que é.
Não espero obter seja o que for, mas procuro algum significado perdido no meio de traços mal definidos sem qualquer objectivo de ilustração. Provavelmente nem procuro, para quê procurar respostas numa folha de papel quando as encontro em mim?
Talvez ilustre pequenos pormenores nossos; talvez cada um desses riscos se identifiquem com cenas que representamos ao longo dos dias que passam, pois cada um de nós é um actor e tudo o que nos rodeia o grande palco...
E quando não houver mais espaço nesta pequena folha... muda-se de acto.
haaliah

setembro 17, 2004

Fugaz/breve

Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera...
Houvesse um canto para se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse como um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
Tão bom pudesse o tempo parar
E voltasse a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
É tudo tão fugaz e tão breve
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
E é tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra e já fugiu
É tudo tão fugaz e tão breve
Fragilidade, Mafalda Veiga

setembro 10, 2004

A carne é cinza, a alma é chama.
in O Homem Que Ri, Victor Hugo

setembro 02, 2004

Guerra!

Mãe...
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Praia Velha II, aqsubtil

"(...) depois pego num barco, rumo ao horizonte... e subo para o céu."

haaliah